A Solis, parceira da Célula Energia, apresentou novidades durante a Intersolar South America 2023, realizada em São Paulo entre 29 e 31 de agosto.
A empresa atua no mercado de energia fotovoltaica e tem como pilares inovação, eficiência e sustentabilidade. Todos os projetos criados são personalizados conforme a demanda dos clientes. A Solis trabalha com parceiros nacionais e internacionais de módulos fotovoltaicos, inversores e estruturas, o que garante sempre o menor custo para os projetos desenvolvidos.
“Uma das novidades que apresentamos na Intersolar foram os nossos inversores de tecnologia off grid e também da linha híbrida, que opera tanto off grid quanto on grid. Os off grid permitem mais autonomia e integram o sistema sem precisar estar conectado com a rede elétrica, enquanto os inversores híbridos têm os dois modos de operação”, disse Pedro Almeida, engenheiro elétrico e gerente de pré-vendas da Solis
“Outra das novidades que levamos para a Intersolar foi o inversor de 350kw adequado para grandes projetos. Essa é uma nova tecnologia que a Solis trouxe para o Brasil. São dois modelos, de acordo com a demanda de aplicação de cada projeto”, disse Ana Carolina Trentini, engenheira eletricista de pré-vendas na Solis.
“Através dessas tecnologias a gente consegue maior autonomia e consegue usar a função back-up. O inversor tradicional, quando se perde a rede da concessionária, ele para de funcionar. Mas com essas tecnologias que apresentamos a gente consegue manter essa autonomia mesmo durante períodos de falta de energia da concessionária”, afirmou Pedro Almeida.
A empresa tem expectativas de crescimento para o segundo semestre de 2023 e o ano de 2024. “Principalmente na questão dos inversores híbridos que a gente levou para a feira. Essa parte de armazenamento e integração com baterias vai crescer muito, temos muitas aplicações no Brasil, em regiões isoladas, em ilhas e até nos centros urbanos. Também temos bastante expectativa para os sistemas de microgeração. Clientes com inversores pequenos também são soluções que a Solis trouxe para a feira tanto na versão 220 quanto na 380. Por isso, a expectativa de Solis é muito positiva para esse e para o próximo ano”, disse Pedro.
“A Solis tem incentivado bastante a educação no Brasil e a disseminação de conhecimento. É uma empresa parceira da Célula Energia e vamos continuar a fazer esse trabalho de levar conhecimento em benefício de todos”, disse William Cambuhi de Oliveira, engenheiro e fundador da Célula Energia.
A décima edição da Intersolar South America recebeu mais de 50 mil visitantes entre os dias 29 e 31 de agosto. Desse total, 2,5 mil pessoas participaram de palestras e encontros técnicos com especialista do setor, que apresentaram novidades e discutiram questões importantes para o mercado. Foram ao todo 530 expositores dos setores fotovoltaico, de armazenamento e de infraestrutura elétrica.
A Genyx Solar Power foi um dos destaques da décima edição da Intersolar South America 2023, realizada em São Paulo, entre os dias 29 e 31 de agosto, no Expo Center Norte.
A Genyx é uma distribuidora especializada em energia solar que faz curadoria de equipamentos e trabalha em parceria com os principais fabricantes do setor fotovoltaico do mercado brasileiro.
Com sede em Contagem (MG), ela oferece os principais inversores e ótimo custo-benefício em kits solares, atendendo integradores em todo Brasil através da Plataforma Genyx de projetos e orçamentos.
“A feira é um momento muito esperado, é a maior feira e o mercado espera com ansiedade. É também um momento de consolidação da nossa marca, de mostrar ao mercado que nunca estamos parados. Somos a empresa que mais investe em qualificação no setor solar. Somos, na essência, uma empresa que distribui equipamentos, mas temos essa preocupação de ajudar o mercada a se desenvolver. Trouxemos para a feira muitas coisas que o mercado pede no momento, como por exemplo a questão de armazenamento de baterias e inversores híbridos. E também um ecossistema de soluções que traz oportunidades para quem trabalha com energia solar. Os resultados foram muito positivos”, disse Bruno Catta Preta, diretor de Relações Institucionais na Genyx. Ele também é coordenador da Absolar em Minas Gerais.
A décima edição da Intersolar South America recebeu mais de 50 mil visitantes entre os dias 29 e 31 de agosto. Desse total, 2,5 mil pessoas participaram de palestras e encontros técnicos com especialista do setor, que apresentaram novidades e discutiram questões importantes para o mercado. Foram ao todo 530 expositores dos setores fotovoltaico, de armazenamento e de infraestrutura elétrica.
A Amphenol, multinacional norte-americana com mais de 90 anos de tradição e atuação em todos os continentes, foi um dos destaques da Intersolar South America, a maior feira do setor de energia solar do Brasil, realizada na última semana no Expo Center Norte, em São Paulo.
A décima edição da Intersolar South America recebeu mais de 50 mil visitantes entre os dias 29 e 31 de agosto. Desse total, 2,5 mil pessoas participaram de palestras e encontros técnicos com especialista do setor, que apresentaram novidades e discutiram questões importantes para o mercado. Foram ao todo 530 expositores dos setores fotovoltaico, de armazenamento e de infraestrutura elétrica.
“A feira foi muito positiva. Estamos trabalhando com foco na retomada do crescimento agora no segundo semestre e em 2024. Na parte industrial esperamos crescer 30% nas vendas no próximo ano”, disse Anderson Martins Azevedo, gerente comercial da Amphenol Brasil.
Em seu dia a dia, a Amphenol trabalha para conscientizar o mercado sobre a importância de componentes de qualidade na hora de desenvolver o projeto fotovoltaico. Esse aspecto, segundo a e empresa, é fundamental para a durabilidade e confiabilidade do sistema instalado.
A Amphenol tem uma fábrica em Campinas, onde produz cabos de alta qualidade. Os conectores da empresa são feitos na China seguindo os mesmos padrões de qualidade.
A Amphenol atua também nas áreas espacial, automotiva e de telecomunicação e aposta em um crescimento expressivo no mercado de energia solar a partir deste segundo semestre e em todo o próximo ano.
Intersolar 2023 em São Paulo: destaque para o futuro da energia solar
A Intersolar South America 2023, a maior e mais aguardada feira de energia solar do Brasil, reuniu em São Paulo os principais protagonistas da cadeia produtiva do setor, incluindo fabricantes, fornecedores, distribuidores, consultores, construtoras, empreiteiras e integradoras de sistemas. O evento foi realizado na última semana no Expo Center Norte.
Além da exposição de produtos e serviços inovadores, a Intersolar 2023 proporcionou uma série de palestras e painéis com especialistas do setor, oferecendo aos participantes a oportunidade de se atualizarem sobre as tendências mais recentes em tecnologia solar, regulamentações governamentais, financiamento de projetos e muito mais.
Rodrigo Matias, diretor comercial da Ecori, parceira da Célula Energia, expressou otimismo quanto a um segundo semestre vigoroso para o setor em 2023, compensando as expectativas cautelosas dos primeiros meses do ano. A Ecori se destacou como uma das empresas de destaque na Intersolar. “O ano começou com uma dinâmica completamente nova. Nosso mercado passou por mudanças significativas, muito influenciadas pela legislação e regulamentação, o que gerou grande expectativa. O que vimos nestes dias de feira é a concretização dessa expectativa de um mercado sólido e em crescimento”, afirmou Matias.
O evento reuniu os principais representantes da cadeia produtiva solar fotovoltaica, abrangendo fabricantes, fornecedores, distribuidores, consultores, construtoras, empreiteiras e integradoras de sistemas. Matias enfatizou a ênfase na mais alta tecnologia, valor agregado e segurança como premissas essenciais do mercado.
Na Intersolar 2023, a Ecori, em parceria com a APsystems, fortaleceu ainda mais suas posições de liderança no mercado brasileiro, atendendo às demandas específicas e disponibilizando o maior portfólio de microinversores do mundo. Os destaques incluíram soluções para redes monofásicas de 127 volts e redes de alta velocidade A380, refletindo o compromisso contínuo da empresa em atender às variadas e crescentes demandas do mercado brasileiro de energia solar.
Matias ressaltou que o evento mostrou um mercado em evolução, com maior qualificação, consultoria especializada e tecnologia avançada. Ele prevê uma retomada nos negócios em 2023, com projeções positivas para 2024. Ele enfatizou a importância de posicionar-se como especialista e promover a disseminação da energia solar com padrões elevados de qualidade e segurança.
A Ecori também apresentou uma solução de armazenamento que oferece flexibilidade para sistemas fotovoltaicos já instalados ou mesmo para clientes sem sistemas solares. Essa solução, com capacidade de conexão em corrente alternada, permite economia de dinheiro, backup e uma integração mais eficiente com a rede elétrica.
Apesar dos desafios enfrentados pelo mercado solar brasileiro em 2023, incluindo mudanças governamentais e volatilidade econômica, a Intersolar destacou a resiliência do setor e o desejo crescente por qualidade e especialização. A APsystems e a Ecori têm desempenhado um papel fundamental ao oferecer qualificação e valor agregado ao mercado.
Matias concluiu falando da importância de uma nova abordagem de mercado com regras mais elevadas e enfatizando o compromisso contínuo com a energia solar de qualidade e segurança.
Governador Tarcísio de Freitas reforça compromisso da gestão estadual com pesquisa e desenvolvimento de tecnologias de transição energética
Foto: Fernando Nascimento / Governo do Estado de São Paulo
O governador Tarcísio de Freitas reforçou nesta quinta-feira (10), na capital, o compromisso da gestão estadual para colocar São Paulo na vanguarda da transição energética e desenvolvimento de novas tecnologias de energia verde. Ele anunciou o lançamento da primeira estação de abastecimento de hidrogênio renovável a partir do etanol do mundo, em parceria da USP com a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp) e empresas privadas do segmento.
“Dá um orgulho muito grande saber que o primeiro reformador nessa escala que está sendo feito no mundo, transformando etanol em hidrogênio, está sendo feito aqui no Brasil, aqui em São Paulo e aqui na Universidade de São Paulo. Aquilo que o mundo está buscando, a gente está um passo à frente”, afirmou Tarcísio.
“Vamos estruturar a legislação, marcos regulatórios e fomentar essa produção para que a gente ganhe escala e São Paulo, de fato, seja líder na transição energética que vai diminuir nossa pegada de carbono e dar exemplo de sustentabilidade e economia circular. Estou muito feliz de ser testemunha do esforço, do talento e da criatividade do nosso pesquisador brasileiro, do nosso pesquisador paulista”, reforçou o governador.
A apresentação também reuniu o secretário estadual de Ciência, Tecnologia e Inovação, Vahan Agopyan, o reitor da USP, Carlos Gilberto Carlotti Júnior, e o presidente da Fapesp, Marco Antonio Zago, além de representantes das empresas que ajudaram a financiar o projeto.
A pesquisa é conduzida pelo Centro de Pesquisa para Inovação em Gases de Efeito Estufa, que reúne profissionais e pesquisadores do setor público e da iniciativa privada. O projeto não tem objetivos comerciais e reúne investimentos que ultrapassam R$ 182 milhões.
“Nós estamos cumprindo a nossa obrigação como Estado, que é buscar a interação entre os atores, e aqui nós temos a universidade, o governo e as empresas trabalhando juntos com resultados palpáveis na sustentabilidade, no social e com viabilidade econômica”, disse o secretário Vahan Agopyan.
A planta conta com edifício, instalações e equipamentos para produzir 5kg/hora de hidrogênio a partir de etanol no primeiro semestre de 2024. A produção vai abastecer três ônibus e um automóvel sedã movidos por células a combustível que geram eletricidade internamente a partir do hidrogênio.
Os veículos vão circular no campus, dando mais sustentabilidade e autossuficiência para a USP – a previsão é que o primeiro veículo seja usado ainda neste ano. O projeto conta com financiamento e participação de empresas de energia e automotivas e do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai). Os ônibus foram cedidos pela Empresa Metropolitana de Transportes Urbanos de São Paulo (EMTU), do Governo do Estado.
O Centro de Pesquisa para Inovação em Gases de Efeito Estufa tem como missão apoiar o Brasil na redução da emissão de gases de efeito estufa e no cumprimento das NDCs (Contribuições Nacionalmente Determinadas) sobre mudanças climáticas, levando em conta as peculiaridades e a liderança do Brasil em Bioenergia, Agricultura e Meio Ambiente. O centro, com sede na USP, tem atividades fundamentadas nos três pilares: pesquisa, inovação e difusão do conhecimento.
Célula Energia doa kit para geração de energia solar para o UNISAL Campinas
A Célula Energia entregou, na última sexta-feira (23), um kit completo para geração de energia solar fotovoltaica para o Centro Universitário Salesiano de São Paulo – UNISAL, Unidade Campinas, Campus São José. Os equipamentos foram doados integralmente e serão instalados e utilizados como ferramenta educacional para aulas nos cursos de Engenharia da instituição.
Avaliado em cerca de R$ 8.500 no mercado, incluindo a instalação, o kit foi cedido pela PHB Solar, indústria 100% brasileira que atua no setor e oferece soluções para pequenos, médios e grandes projetos fotovoltaicos. Ele será instalado no telhado da universidade e usado em aulas práticas sobre energia nos cursos de Engenharia.
Do tipo on grid, que pode ser conectado ao sistema de distribuição de energia junto às concessionárias, o kit possui um inversor de 1,5 quilowatt, placas solares, cabos e todos os acessórios necessários. Ele é suficiente para gerar energia para consumo de uma residência que gasta entre R$ 180 e R$ 200 por mês de energia.
“O grande objetivo com os equipamentos que estamos recebendo está relacionado à aprendizagem dos nossos alunos. É muito importante que eles tenham contato na prática com esses equipamentos. Vai ser muito bom que eles conheçam as diversas possibilidades de energia, em um momento em que a discussão dos modelos de energia limpa se torna cada vez mais importante para a Humanidade”, disse Anderson Luiz Barbosa, professor do UNISAL e coordenador dos cursos de Engenharia da instituição.
“Estamos propondo que os alunos participem também da instalação dos equipamentos, do dimensionamento. Acredito que no segundo semestre esses equipamentos já estarão integrados à nossa matriz curricular e à aprendizagem dos nossos alunos”, afirmou o professor.
Para o Padre Roque Luiz Sibioni, gerente da Unidade Campinas e pró-reitor de Extensão, Ação Comunitária e Pastoral do UNISAL, a chegada dos equipamentos aquece, dentro da área acadêmica, discussões necessárias sobre soluções de energia limpa para a sociedade.
“Acreditamos que essas placas serão de grande importância para o aprendizado dos alunos, ainda mais com esse apelo ambiental que temos hoje por geração de energia limpa. Essa parceria vai agregar muito, não só para a instituição, mas acima de tudo para que seja mais uma ferramenta à disposição da formação e qualificação dos nossos alunos”, disse P. Roque.
Segundo ele, a universidade deve assumir o papel de um dos principais canais de produção de conhecimento na sociedade, aproximando a comunidade externa do ambiente acadêmico. “Um dos nossos grandes compromissos é trabalhar com essa dimensão da sustentabilidade, de que os alunos sejam pessoas comprometidas não só com seus afazeres profissionais, mas também com os impactos desses afazeres em todas as instâncias. O comprometimento social é um dos grandes requisitos do UNISAL dentro da sua proposta de formação”, disse
Conhecimento
Para William Cambuhi de Oliveira, professor da pós-graduação do UNISAL e fundador da Célula Energia, a empresa cumpre seu papel de difundir conhecimento na sociedade com a doação dos equipamentos. “Os alunos do UNISAL terão acesso a toda essa tecnologia, saindo na frente com o conhecimento teórico e prático no que diz respeito à geração de energia solar fotovoltaica”, disse.
“Estamos entregando equipamentos de última geração. A PHB trabalha com produtos de alta qualidade e ricos em tecnologia. Trouxemos para a universidade um kit completo e de primeira linha, compatível com o que há de melhor no mercado atual”, disse William. “O senhor Ildo Bet, fundador da PHB, que também foi professor universitário, contribui com a Célula Energia desde o começo no sentido de apoiar iniciativas relacionadas ao setor educacional. Ele fez essa doação e a gente repassou para o UNISALl”, disse William.
Sobre a Célula Energia
Com sede no município de Valinhos (SP), a Célula Energia oferece cursos e treinamentos para o mercado de geração de energia solar fotovoltaica e consultoria para projetos de micro geração e mini geração. Considerada uma referência no setor, a Célula Energia já formou mais de 10 mil alunos durante suas atividades.
Sobre a PHB Solar
A PHB Solar é uma empresa que tem uma trajetória marcada por inovação, credibilidade e respeito. Desde sua fundação, em 1984, a empresa tem se destacado pela busca constante por qualidade, seriedade e desenvolvimento tecnológico.
Um dos marcos importantes na história da PHB Solar foi ser o primeiro fabricante de inversores solares a receber certificação pelo INMETRO no Brasil. Esse reconhecimento mostra o compromisso da empresa em atender e superar os mais altos padrões de qualidade e segurança.
A empresa conta um laboratório completo dedicado aos testes e manutenção de seus próprios produtos. Além disso, oferece suporte técnico e garantia nacional, especializada e ágil.
A PHB Solar participou da coordenação e elaboração de normas reguladoras do setor, contribuindo para o desenvolvimento e aprimoramento das práticas e padrões da indústria fotovoltaica no país.
Com uma trajetória consolidada, seu compromisso é oferecer as melhores soluções para seus parceiros, trabalhando com produtos de qualidade e buscando constantemente aprimorar suas soluções.
Negócio foi formalizado durante a SNEC PV Power Expo 2023, maior evento do mundo do setor fotovoltaico, realizado em maio em Shangai, na China
A gigante chinesa Shinefar, fabricante de equipamentos para geração de energia solar, e a brasileira Brassunny, que fornece soluções de kits para projetos fotovoltaicos, acabam de fechar o primeiro negócio de uma parceria que promete ser de importante referência no segmento no Brasil. A ação faz parte da estratégia de crescimento das duas empresas no mercado.
O negócio foi sacramentado durante a SNEC PV Power Expo 2023, a maior feira global do setor, que aconteceu entre os dias 24 a 26 de maio no Shanghai New International Expo Center, na China.
O diretor comercial da Brassunny, João Augusto Santaella Ribeiro, esteve no evento para conhecer de perto os produtos da Shinefar. A expectativa é de que a Brassunny já esteja comercializando os produtos da nova parceira no segundo semestre no Brasil. “A visita à China foi importante, pudemos conhecer os sócios da empresa e os detalhes da produção dos equipamentos. Os painéis são de extrema qualidade, com células bem elaboradas e excelente acabamento”, disse João Augusto.
Diretor comercial da Brassunny, João Augusto Santaella Ribeiro, com a co-fundadora e vice-presidente da Shinefar, Grace Gao, durante evento na China
“Esse acordo faz parte da nossa estratégia de crescimento no Brasil, encontramos na Brassunny um parceiro que é uma referência no setor e que tem muito a acrescentar para os nossos negócios”, disse Danilo P. Borrigueiro, gerente nacional da Shinefar no Brasil, que também esteve na China para o evento.
A SNEC PV Power Expo se consolidou como o maior evento voltado para o setor de energia solar em todo o mundo. A edição deste ano recebeu cerca de 280 mil visitantes de países de todos os continentes.
Potencial do mercado “Acredito numa tendência de alta no mercado brasileiro de geração de energia solar. Esperamos, na verdade, um boom de vendas no segundo semestre, após algumas mudanças nas regras e novidades que estão sendo anunciadas. O mercado está amadurecendo e tem tudo para crescer”, disse Danilo.
A China “Eu sou um fã da China e dos chineses. No Brasil vivemos um período de um certo receio com o país asiático por conta da pandemia e do que vivemos nesses dois anos. Mas toda vez que eu visito a China me impressiono com a organização, com a tecnologia espalhada por cada canto, com a abundância e com a qualidade de vida. Sem falar na simpatia e na simplicidade do povo chinês”, disse João Augusto.
Parceria com a Célula Energia A Célula Energia, que tem sede em Valinhos, atua no setor de projetos para geração de energia solar e anunciou no final de abril uma parceria com a Shinefar para o lançamento do primeiro laboratório móvel que vai atestar a qualidade dos módulos fotovoltaicos.
O projeto tem investimento de R$ 150 mil e começa a funcionar até o final de junho. Inclui dois equipamentos de alta tecnologia, que normalmente são encontrados apenas em centros de pesquisa avançados: uma câmera de eletroluminescência e um traçador de curvas. Quando estiver em operação, o laboratório vai percorrer cidades de todo o Brasil.
O principal objetivo é usar os equipamentos de ponta para testar a qualidade e eficácia de componentes dos sistemas fotovoltaicos. Com essas análises, a expectativa das duas empresas é de contribuir para a ampliação do controle de qualidade sobre os componentes usados nas instalações solares, o que vai auxiliar os distribuidores e revendedores na escolha das marcas com quem trabalham.
“Célula e Shinefar estão contribuindo para o crescimento sustentado do setor. Com esse equipamento móvel vamos conseguir fazer todos esses testes em ensaios, comprovando e certificando a qualidade dos módulos fotovoltaicos. Se esses módulos chegarem ao Brasil e não tiverem qualidade, vamos poder detectar e alertar. Se os módulos estiverem com células de baixa qualidade, a câmera de eletroluminescência vai detectar. Com tudo isso, a gente vai conseguir alertar os distribuidores, o trabalho também será feito em conjunto com os distribuidores”, afirma o engenheiro William Cambuhi de Oliveira, fundador da Célula Energia, que vai atuar junto ao laboratório. Ele vai a campo para realizar ensaios onde existem usinas fotovoltaicas.
Serão feitos testes em módulos, além de verificação da capacidade da potência daquele determinado equipamento, dos parâmetros de tensão de circuito aberto, corrente de curto circuito, tensão de operação, corrente de operação dos módulos, para avaliação de conformidade com as informações disponibilizadas pelos fabricantes, com ênfase no Traçador de curva IV. O Traçador de curva IV é um dos requisitos da norma IEC 61215-2 e Inmetro.
Sobre a Brassunny A empresa surgiu em 2019 e hoje atua em todo o território nacional, tendo nas regiões Sul e Sudeste seu maior foco comercial. A sede fica em Cascavel (PR) e o centro de distribuição logística está sediado em Jaguariúna, na Região Metropolitana de Campinas (SP).
A Brassunny fornece equipamentos para os integradores que instalam desde residência até MEGA usinas e conta com cerca de 16 mil integradores, que atuam em todo o país. Possui também uma equipe de suporte qualificada e oferece seguro para proteção do integrador e de sua equipe durante a instalação, com coberturas amplas e variadas para projetos pequenos ou grandes, residenciais ou comerciais, incluindo casos de erros de execução, danos ou imprevistos.
A Brassunny oferece ainda uma plataforma interativa que dimensiona os projetos de acordo com as necessidades dos clientes, levando em conta o máximo aproveitamento de equipamentos e materiais, reduzindo custos e desperdícios, mas sempre sem afetar a performance e a geração de Energia Solar Fotovoltaica.
A plataforma considera também fatores ambientais, como a incidência solar e a orientação dos painéis, para garantir a máxima eficiência e também considera os requisitos de conexão à rede elétrica e regulamentações locais para garantir a conformidade. Tudo feito de forma simples e intuitiva na plataforma da empresa.
O Integrador Brassunny consegue ainda comparar e alternar entre diferentes opções de projeto, incluindo configurações de painéis solares, inversores e outros equipamentos, além de arranjos de montagem. Com isso, os integradores da Brassunny podem selecionar a opção que melhor atenda às suas necessidades de performance e custo de cada cliente
Sobre a Shinefar A Shinefar foi fundada em 2010 na China com objetivo inicial de atender os mercados da Europa, Rússia e Ucrânia, mas o crescimento foi muito rápido. A empresa hoje atende a mais de 80 países, está estabilizada e tem potencial produtivo de 3 gigawatts/ano, com expectativa de chegar a 4,5 gigawatts em 2024. É uma empresa que atua com foco no controle de qualidade na produção.
A empresa tem planos ambiciosos para o Brasil que incluem atingir 1 gigawatt de produtos no mercado brasileiro até 2024. Além disso, a empresa trabalha para se tornar Tier 1 até o final do próximo ano. “Estamos batalhando muito pelo crescimento da marca e para que ela seja referência em qualidade”, disse Danilo.
Grupo foi recebido por Rodrigo Moreno Garcia, da divisão de Pesquisa & Desenvolvimento (P&D) da empresa
Professor Doutor Leonardo Mendes, Rodrigo Moreno Garcia, William Cambuhi de Oliveira e Luciano Eduardo Caciato
O engenheiro William Cambuhi de Oliveira, pesquisador e fundador da Célula Energia, visitou na última sexta-feira (28) a fábrica de módulos fotovoltaicos da multinacional BYD, em Campinas.
Ele esteve acompanhado do professor doutor Leonardo Mendes, da Faculdade de Engenharia Elétrica e Computação (FEEC), da Unicamp, e do pesquisador Luciano Eduardo Caciato, também da FEEC/Unicamp.
Os visitantes foram recebidos por Rodrigo Moreno Garcia, da divisão de Pesquisa & Desenvolvimento (P&D) da empresa, que apresentou as instalações da unidade e falou um pouco sobre a atuação da empresa no Brasil.
Destaque no setor, a BYD tem uma unidade considerada de ponta em Campinas, onde utiliza equipamentos de última geração em sua linha de produção. Além disso, a empresa possui uma área de P&D que se destaca no segmento.
“Estamos preparando novidades para o setor de energia solar fotovoltaica, principalmente no que diz respeito a novas tecnologias e suas aplicações práticas. Essa visita foi muito importante. A BYD é uma empresa de ponta e um referência no setor, assim como a FEEC e a Unicamp”, disse William.
A Célula Energia tem sede em Valinhos e promove cursos, treinamentos e workshops na área de energia limpa. Com uma abordagem dinâmica, de fácil compreensão e alinhada com o que há de mais atual na área, os cursos da Célula Energia abordam os principais temas relacionados à Energia Solar Fotovoltaica para técnicos, eletricistas, engenheiros e trabalhadores da cadeia produtiva solar em busca de aprimoramento e atualização,
Célula Energia vai fazer testes em componentes de instalações fotovoltaicas para atestar qualidade de produtos comercializados no Brasil; investimento é de R$ 150 mil e projeto deve começar a funcionar em junho
A Célula Energia, empresa com sede em Valinhos que atua com pesquisa, consultoria, projetos e treinamento para geração de energia solar, e a gigante chinesa Shinefar, fabricante de componentes para sistemas solares, anunciaram nesta segunda-feira (3) uma parceria para lançamento do primeiro laboratório móvel que vai testar e atestar a qualidade de equipamentos usados na instalação de sistemas de geração de energia solar fotovoltaica no Brasil.
O projeto terá investimento de R$ 150 mil e inclui dois equipamentos de alta tecnologia, que normalmente são encontrados apenas em centros de pesquisa avançados: uma câmera de eletroluminescência e um traçador de curvas. Quando estiver em operação, o laboratório vai percorrer cidades de todo o país fazendo os testes. A estimativa é de que o lançamento seja feito em junho.
O principal objetivo da iniciativa é permitir que uma empresa local tenha a possibilidade de se tornar certificadora dos produtos utilizados em sistemas fotovoltaicos que são comercializados no Brasil. O trabalho será feito com foco na verificação de qualidade e eficácia desses componentes.
Com as análises, a expectativa das duas empresas é contribuir para ampliar o controle de qualidade sobre os componentes usados nas instalações solares, auxiliar os distribuidores e revendedores na escolha das marcas que representam e trazer resultados positivos para o consumidor final.
A escolha da Célula Energia para a parceria levou em consideração a experiência e a qualificação do engenheiro William Cambuhi de Oliveira, fundador da empresa, que já formou mais de 10 mil alunos em seus cursos e treinamentos. Ele é pesquisador e professor universitário, tem um livro publicado sobre o assunto, possui larga experiência e se tornou uma referência no setor. Além disso, a Célula também atua em parceria com outras gigantes multinacionais do setor.
“Com esse laboratório, Célula e Shinefar estão contribuindo de forma efetiva para o crescimento sustentado do setor e levantando a bandeira de qualidade como fator fundamental em uma instalação solar”, afirma William. Ele vai a campo para realizar os ensaios onde existem usinas fotovoltaicas.
Serão feitos testes em módulos, além de verificação da capacidade da potência daquele determinado equipamento, dos parâmetros de tensão de circuito aberto, corrente de curto circuito, tensão de operação, corrente de operação dos módulos, para avaliação de conformidade com as informações disponibilizadas pelos fabricantes.
“Com esse laboratório móvel vamos conseguir fazer todos esses testes em ensaios, comprovando e certificando a qualidade dos módulos fotovoltaicos. Qualquer divergência em lotes ou de fabricação com o datasheet, a câmera de eletroluminescência vai detectar. Com tudo isso, a gente vai conseguir alertar os distribuidores, o trabalho também será feito em conjunto com os distribuidores”, disse William.
Segundo ele, o projeto não pretende expor marcas ou produtos. “A gente vai fazer de forma neutra, não pretendemos adotar um viés comercial, mas sim técnico, para as ações do laboratório. Não vamos expor nomes. Queremos trabalhar com ética e de forma estritamente técnica, como sempre fazemos, para gerar benefícios concretos dentro de um mercado que cresce muito no Brasil e tem muito potencial. Estou muito feliz pela parceria e agradeço a Shinefar pela disponibilização dos equipamentos e pela confiança”, disse.
De olho em crescimento no mercado brasileiro, a Shinefar aposta no diferencial da qualidade para ganhar espaço e crescer. “O investimento na parceria com a Célula é importante porque permite a capacidade de testar a atestar os produtos que giram no mercado brasileiro, não só da Shinefar, mas de outros fabricantes também, para garantir ao consumidor final e aos integradores a performance dos produtos que circulam no mercado”, disse Danilo Polary Borrigueiro,diretor comercial da Shinefar no Brasil.
“Esse investimento e essa doação de equipamentos é algo que encaramos como um passo importante para dar capacidade à Célula de operar esse laboratório móvel, ir até os distribuidores atestar os seus estoques. Isso é inovador no mercado brasileiro e a Shinefar quer estar na frente, junto com a Célula, como referência na qualificação do mercado”, disse Danilo.
Shinefar Solar A Shinefar Solar foi fundada em 2010, na China, com objetivo inicial de atender os mercados da europeu e asiático.
A empresa hoje atende a mais de 80 países, tem potencial produtivo de 3 gigawatts/ano, com expectativa de chegar a 4,5 gigawatts de capacidade em 2024, atendendo os mais altos padrões na produção, possuindo as principais certificações internacionais, como TUV, ISO´s, CE, CQC, Inmetro, além de diversas patentes.
Os planos da empresa para o Brasil são de atingir 1 gigawatt de produtos no mercado Brasileiro em 2024. Além disso, a empresa busca se tornar Tier 1 até o final do próximo ano. “Estamos investindo no crescimento da marca no Brasil, para que ela seja sempre referência para o Integrador”, disse Danilo.
Para que um fabricante entre para a lista Tier 1 é necessário que ele cumpra uma série de requisitos como:
Fabricar totalmente seus próprios módulos, isto é, não agregar células de terceiros em seus módulos. Isso acaba selecionando fabricantes com mais controle sobre sua produção e qualidade;
Ter fornecido módulos para 6 ou mais projetos acima de 1,5 MW, que tenham sido financiados nos últimos 2 anos por bancos que não sejam de desenvolvimento;
Segundo Danilo, a empresa está construindo mais uma unidade fabril na China e tem como objetivo se consolidar no mercado da América Latina de forma consistente, além de ter dado início ao projeto de desenvolvimento da marca na América do Norte com certificações no Underwriters Laboratories (UL).
Hoje vamos falar rapidamente sobre a certificação de produto de um cabo fotovoltaico pela norma ABNT NBR 16612. Porém antes disso, vamos a alguns conceitos básicos.
Em meados da segunda metade do século XVIII, teve início na Inglaterra e posteriormente no mundo civilizado, a chamada Revolução Industrial, onde o emprego de máquinas e de novos processos produtivos aceleraram a manufatura de bem de consumo, máquinas e equipamentos, agricultura, entre outros. Um exemplo disso foi o que aconteceu com itens de vestuário, que eram manufaturados artesanalmente por pessoas especializadas, tornando o seu processo de confecção, desde o plantio e colheita do algodão, fiação, tecelagem, estampagem, corte e costura etc., lentos e caros. A partir da Revolução Industrial, com o desenvolvimento e mecanização do processo produtivo, esses itens passaram a ser produzidos em larga escala, barateando custos e tornando-os mais acessíveis à população. Antes disso, roupas eram passadas de geração a geração, sendo inclusive itens da partilha de herança de família, dado o seu alto custo.
A partir daí, o mercado foi gradativamente sendo inundado com incontáveis itens manufaturados, a custos mais acessíveis a maioria da população. Porém, como um mesmo item podia ser fabricado por empresas diferentes, começaram a surgir as diferenças de qualidade, segurança e confiabilidade inerente a cada fabricante.
No final do século XIX e início do século XX, começaram a surgir associações preocupadas com a padronização, qualidade e segurança desses itens. Essas associações estabeleceram regras, diretrizes, ou características acerca de um material, produto, processo ou serviço, através de uma “norma técnica”, criada na maioria das vezes, por especialistas.
Com o passar do tempo, mais materiais, produtos, processos e serviços passaram a ser regulamentados por essas normas.
Porém, com o passar do tempo, tornou-se necessário que uma “entidade confiável” certificasse que um determinado material, produto, processo ou serviço estivesse dentro das exigências dessas normas específicas.
Passaram então a existir organismos de certificação, que certificavam que um determinado item, seja ele um material, produto, processo ou serviço, cumpria os requisitos de uma determinada norma. Isso era feito através de um certificado.
Como exemplo dessas empresas podemos citar as alemãs, TÜV Hassen, TÜV SÜD, TÜV Nord, TÜV Saarland, TÜV Thüringen, TÜV Rheinland, além da austríaca TÜV Austria. Só por curiosidade, “TÜV” vem do alemão “Technischer Überwachungsverein”, que significa em tradução livre, Associação de Inspeção Técnica. Portanto “TÜV” não é um documento, nem uma empresa específica ou muito menos uma norma em particular. Um cabo certificado pela norma ABNT NBR 16612 não tem “TÜV”. Ele tem um Certificado de Conformidade do Produto, com a norma ABNT NBR 16612, emitido por um Organismo de Certificação de Produto, acreditado pelo Inmetro. Essa empresa certificadora pode ser qualquer uma, desde que seja acreditada pelo Inmetro para esta função (certificação).
E além das alemãs, existem inúmeras outras como a também renomada UL (Underwrites Laboratories), a Bureau Veritas, Ability, etc., além da própria ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas) e o Inmetro (Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia), que também possuem uma divisão de certificação. Lembrando que nem todas as empresas citadas acima certificam todos os materiais, produtos, processos ou serviços. Algumas delas focam em materiais, outras em serviços, outras ainda em produtos e assim por diante.
Todas essas empresas certificadoras são auditadas por órgãos específicos em cada um dos países que atuam. No caso do Brasil, elas são acreditadas pelo Inmetro.
O fato de uma norma ou instrução normativa existir, não significa que ela seja obrigatória, a não ser que alguma entidade com competência para tal, a torne obrigatória.
Voltando ao nosso universo de cabos fotovoltaicos, a norma que rege a sua concepção, é a ABNT NBR 16612. Ela especifica as condições de uso, testes de durabilidade, materiais, etc., dos cabos fotovoltaicos no Brasil.
No Brasil, a certificação dos cabos fotovoltaicos por essa norma ainda é voluntária. O Inmetro ainda não tornou essa certificação como compulsória (mandatória). Porém, a expectativa é que isso ocorra em breve.
As vantagens da certificação do produto pela norma são:
Segurança Aos Consumidores: acertificação de produto permite que os consumidores saibam que um determinado produto é seguro e confiável. É uma referência de segurança do produto, um guia que os leva a fabricantes confiáveis.
Atendimento aos Requisitos Regulamentares: a certificação atesta que o produto foi fabricado de forma a respeitar e atender aos requisitos de uma norma ou regulamento técnico, cumprindo os requisitos mínimos necessários.
Vantagem Competitiva: mesmo que a certificação do produto seja voluntária, ela representa uma importante vantagem competitiva em relação aos concorrentes. Dependendo do mercado em que a empresa atua, ter um produto certificado pode significar a diferença entre o sucesso ou fracasso das vendas.
Garantia de Conformidade: a certificação (voluntária ou compulsória) garante ao consumidor que aquele produto foi fabricado de forma a respeitar e atender aos requisitos de uma norma ou regulamento técnico. Assim, a garantia da conformidade influencia diretamente na decisão de compra do consumidor.
Credibilidade Da Marca: ter produtos certificados, de maneira compulsória ou voluntaria, dá para a empresa mais credibilidade no mercado, através da percepção tida pelos consumidores de que aquela empresa está comprometida com a segurança de seus produtos e com a satisfação de seus clientes.
CONCLUSÃO:
Embora ainda não compulsória, a cerificação do produto tem um peso enorme, tanto para a credibilidade da marca, segurança para os consumidores como para a melhoria da qualidade do segmento, como um todo.
Entendendo essa conjuntura, a New Cabos já possui a certificação voluntária de todos os seus cabos fotovoltaicos, garantindo assim o seu compromisso com a qualidade e segurança dos nossos clientes, diretos e indiretos e do consumidor final!
Wagner Boudart é graduado em Tecnologia Mecânica pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (UNESP), tendo trabalhado em indústrias multinacionais de grande porte, nas áreas de Engenharia Industrial e como “New Product Launch”. Possui diversos cursos, inclusive internacionais, tendo trabalhado na Alemanha, Hungria, Estados Unidos da América, entre outros lugares. Atualmente é responsável pelas Engenharias de Produto, Industrial e de Qualidade da New Cabos Ltda, fabricante de cabos fotovoltaicos.